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O que é e como funciona um vírus de computador?

A maioria das pessoas sabe que os vírus de computador podem ser devastadores: roubam informações pessoais, prejudicam o desempenho, danificam arquivos ou causam estragos em geral. Mas o que são eles realmente e como funcionam? Aprenda o necessário sobre vírus de computador em nosso guia e instale um software antivírus potente para se proteger contra vírus comuns e outras ameaças online.

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Escrito por Mark Birchall
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Publicado em Fevereiro 12, 2020
Atualizado em Novembro 26, 2025
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    O que é um vírus de computador?

    Um vírus de computador é um tipo de software malicioso (malware) que se anexa a um arquivo ou programa, se autorreplica e busca se espalhar por mais sistemas ou dispositivos. Se um arquivo ou programa infectado for aberto, o código malicioso do vírus pode ser “executado” e realizar uma ação indesejada, como destruir dados ou roubar informações.

    Embora os termos costumam ser usados como sinônimos, existe uma diferença entre vírus e malware: todos os vírus são tipos de malware, mas nem todo malware é um vírus. Vírus são definidos principalmente pela forma como se espalham, sendo capazes de se autorreplicar mesmo sem a interação de quem usa o dispositivo.

    Eles infectam dispositivos discretamente, em geral, depois que a pessoa clica em um link malicioso ou baixa um arquivo comprometido. Uma vez em um dispositivo, eles fazem cópias de si mesmos e procuram outros arquivos ou programas para infectar, podendo até passar de um dispositivo para outro. Desse modo, os vírus de computador agem como os vírus biológicos, que passam de uma pessoa para outra.

    Os vírus de computador são um tipo de malware que se anexa a arquivos ou programas, se autorreplica e se espalha para outros dispositivos.

    Alguns vírus de computador são apenas irritantes, enquanto outros podem causar grandes danos. E embora seja verdade que vírus são raros em Macs e dispositivos móveis, eles ainda são um risco que vale a pena conhecer. Na verdade, qualquer dispositivo com acesso à Internet pode ser afetado por vírus ou outros tipos de malware, até mesmo dispositivos inteligentes como assistentes virtuais.

    Os vírus podem causar danos de várias maneiras. Veja algumas delas:

    • Pode afetar o desempenho geral do dispositivo.

    • Pode corromper ou excluir arquivos.

    • Pode instalar adware que causa pop-ups incessantes.

    • Pode causar falhas de programas ou travamentos do sistema operacional.

    • Pode atacar e sobrecarregar o hardware do dispositivo, como processadores ou discos rígidos.

    • Pode causar o mau funcionamento de apps, arquivos e outros programas.

    Além de causar esses problemas de desempenho, os vírus de computador também podem deixar você vulnerável a consequências piores. Alguns são capazes de roubar dados pessoais como nomes de usuário, senhas e detalhes de cartão de crédito, o que pode levar a fraudes ou roubo de identidade. Outros vírus podem enviar spam para todos os seus contatos com e-mails ou mensagens maliciosas e tentar enganá-los para que também baixem o vírus, aumentando a disseminação.

    Como os vírus de computador funcionam?

    “Vírus de computador” é um termo abrangente que descreve muitos tipos de programas maliciosos, que por sua vez usam vários mecanismos de entrega e têm diversas consequências potenciais. No entanto, a maioria dos vírus de computador compartilha várias características comuns, incluindo a capacidade de se replicar para infectar outros arquivos ou sistemas e de serem executados para causar danos após uma condição de gatilho ser atendida.

    A definição de vírus de computador inclui suas 4 fases: dormente, propagação, acionamento e execução.Um vírus de computador pode começar a infectar o computador imediatamente ou pode esperar ser acionado involuntariamente.

    Os vírus de computador costumam seguir quatro fases principais, que se assemelham de modo geral aos ciclos de infecção biológica: latência, propagação, acionamento e execução. Nem todo vírus segue esse processo exato, mas ele serve para descrever os estágios típicos de infecção, ativação e dano eventual.

    • Fase dormente: o vírus infecta um sistema de computador, obtendo acesso quando uma pessoa baixa um arquivo infectado ou clica em um link malicioso. Ele tenta ficar oculto, normalmente permanecendo inativo por um tempo até que a pessoa realize uma ação.

    • Fase de propagação: enquanto espera pela interação que inicia a infecção, o vírus se autorreplica, armazenando cópias de si mesmo em arquivos, programas ou outras partes do disco. Essas cópias também se autorreplicam, criando mais clones que continuam a se replicar exponencialmente.

    • Fase de ativação: uma ação ou evento específico ativa o vírus. Pode ser uma ação da pessoa que usa o dispositivo, como clicar em um ícone ou abrir um app, ou por meio de uma bomba lógica, isto é, um código oculto que é acionado após condições pré-definidas, como uma determinada data ou um certo número de vezes que o computador foi inicializado.

    • Fase de execução: o programa do vírus é executado e libera sua carga útil, ou seja, o código malicioso que danifica o dispositivo.

    Como os vírus de computador se espalham?

    Os vírus de computador podem se espalhar por quase qualquer método de compartilhamento de arquivos, desde que o vírus possa evitar a detecção por programas antivírus. Normalmente, os vírus se espalham por meio de downloads online maliciosos, anexos de e-mail infectados ou hardware comprometido, como um pen drive externo.

    Veja as formas comuns de propagação dos vírus de computador e como podem chegar ao seu computador:

    • E-mails: e-mails como os usados em ataques de phishing podem conter anexos nocivos, links maliciosos ou inclusive uma infecção diretamente no HTML do corpo do e-mail.

    • Downloads: hackers podem esconder vírus em apps, documentos enviados por serviços de compartilhamento de arquivos, plug-ins e em muitos outros lugares em que os arquivos estão disponíveis para download.

    • Serviços de mensagens: os vírus podem ser espalhados por mensagens SMS ou por golpes em mensagens enviadas em plataformas como Facebook Marketplace, WhatsApp ou Instagram, nas quais hackers incluem links ou anexos maliciosos.

    • Software antigo: se você não atualizar seus apps ou sistema operacional, poderá se expor a vulnerabilidades que os cibercriminosos podem explorar para “injetar” vírus de computador em seu dispositivo.

    • Malvertising: os vírus podem estar escondidos em anúncios online distribuídos por meio de redes de publicidade. As táticas de malvertising geralmente se baseiam em ocultar código malicioso em anúncios (ou nos sites para os quais você é direcionado ao clicar no anúncio), e que podem ser exibidos inclusive em sites legítimos e confiáveis como do New York Times ou da BBC.

    Diferentes tipos de vírus de computador

    Existem muitos tipos de vírus de computador, desde vírus de ação direta e vírus de macro até spacefillers e infectores de arquivo. Cada um se comporta de maneira um pouco diferente e é capaz de causar tipos específicos de danos. Entender como esses vírus funcionam pode ajudar a identificar os sinais de infecção e tomar medidas para evitar que seu dispositivo ou dados sejam comprometidos.

    Vírus infector de arquivo

    Os vírus infectores de arquivo se anexam a arquivos executáveis, como arquivos .exe ou .com. Eles são ativados quando o arquivo infectado é aberto, antes de tentar se espalhar para outros arquivos ou dispositivos na mesma rede. São uma grande ameaça à segurança porque podem corromper softwares essenciais, reduzir o desempenho, abrir a porta dos fundos para invasores e causar rapidamente uma infecção generalizada.

    Algumas variantes de infectores de arquivo sobrescrevem arquivos, enquanto outras inserem código sem danificar o conteúdo original, o que as torna mais difíceis de detectar. Um sinal comum de vírus infectores de arquivo é o aumento inexplicável do tamanho dos arquivos.

    Vírus de macro

    Os vírus de macro costumam se esconder em arquivos de documento, como arquivos .doc ou .docx. Se baixar e tentar abrir um arquivo infectado, você será solicitado a ativar as macros. E, ao confirmar essa ação, o vírus será acionada e começará a corromper arquivos ou a roubar dados.

    Macros infectadas também foram usadas em ransomware, como a variedade Locky, que tinha como alvo instituições de saúde, criptografando seus arquivos e exigindo pagamento para descriptografá-los.

    Vírus de script da web

    Os vírus de script da web se espalham por meio de scripts maliciosos incorporados em sites, e-mails ou anúncios online. Em geral, são implantados para atingir navegadores e aplicativos da web, explorando vulnerabilidades, muitas vezes por meio de métodos de cross-site scripting (XSS), para executar ações maliciosas quando uma pessoa visita uma página infectada.

    Escritos em linguagens de script da web, como JavaScript ou VBScript, e incorporados em conteúdo HTML, os vírus de script da web podem ser capazes de roubar dados confidenciais, redirecionar pessoas para sites nocivos ou baixar malware adicional. Também podem se espalhar rapidamente para dispositivos conectados à Internet, explorando vulnerabilidades de navegador para comprometer sistemas pessoais e corporativos.

    Vírus polimórficos

    Vírus polimórficos são um tipo teimoso de vírus que se escondem mudando de “forma”. Quando eles se autorreplicam, isto é, fazem cópias de si mesmos, cada nova versão é um pouco diferente. Isso significa que, mesmo que o vírus original seja detectado por um sistema de segurança, suas variantes podem permanecer ocultas.

    Um exemplo é o vírus VirLock, que, em 2016, se espalhou rapidamente por meio de armazenamento na nuvem e apps compartilhados. Além de ser polimórfico, o VirLock incluía um componente de ransomware que bloqueava arquivos e exigia um resgate para liberá-los.

    Vírus residente

    Um vírus residente é um tipo de vírus que se instala na RAM (memória de acesso aleatório), o que aumenta as chances de que ele persista mesmo se o arquivo infectado original for removido.

    Um exemplo notável é o vírus Magistr, que apareceu pela primeira vez em 2001. Ele se espalhava enviando spam para a lista de contatos da vítima, tentando enviar cópias de si mesmo para outros dispositivos por meio de anexos infectados. Ele também excluía arquivos e afetava componentes de memória nas placas-mãe dos sistemas afetados.

    Vírus de sobrescrita

    Um vírus de sobrescrita infecta arquivos substituindo o conteúdo por código malicioso, mas mantendo inalterado o nome original do arquivo. Depois que o arquivo é sobrescrito, os dados originais são destruídos permanentemente e não podem ser recuperados.

    Esses vírus costumam se espalhar por meio de anexos de e-mail, downloads infectados ou unidades removíveis, visando normalmente arquivos executáveis (.exe). Além de corromper dados, o vírus de sobrescrita também pode desativar aplicativos, interromper a funcionalidade do sistema e se espalhar rapidamente por uma rede, causando perda significativa de dados e tempo de inatividade operacional.

    Vírus de ação direta

    Os vírus de ação direta estão entre os tipos mais comuns de vírus de computador e são os mais fáceis de criar. Em geral, funcionam se anexando a um arquivo .com ou .exe e podem causar problemas significativos no sistema quando instalados em um computador.

    O famoso vírus Vienna era um vírus de ação direta, que procurava arquivos .com para infectar e/ou destruir. Foi o primeiro vírus a ser derrotado por um programa antivírus em 1987, cuja correção não estava disponível para quem vivia sob regimes comunistas. Em 1988, o cofundador da Avast, Pavel Baudis, escreveu um programa para derrotar o vírus após encontrá-lo em um disquete e solucionou o problemas das pessoas que não podiam acessar a primeira correção.

    Vírus multipartite

    Os vírus multipartites aumentam seu poder infectando tanto os arquivos quanto o espaço de inicialização. A capacidade de infectar diferentes sistemas em um computador faz com sejam particularmente difíceis de remover e podem chegar a ser uma infecção de longo prazo.

    O vírus Invader é um exemplo de vírus multipartite, conhecido por sobrescrever o disco rígido assim que o atalho CTRL + ALT + DEL é pressionado para tentar exclui-lo. Outro exemplo é o vírus Flip, que apareceu no início dos anos 1990 e virava certas telas na horizontal em um horário específico do dia.

    Vírus companheiro

    Os vírus companheiros exploram como os sistemas operacionais executam arquivos. Eles criam um arquivo malicioso com o mesmo nome de um executável legítimo, mas com uma extensão diferente. Por exemplo, o vírus pode salvar a si mesmo como notepad.com para espelhar um programa legítimo chamado notepad.exe.

    Quando você tenta executar o programa real, o sistema pode executar o arquivo malicioso primeiro, dando o controle ao invasor e causando a perda de dados, comprometimento do sistema ou acesso não autorizado.

    O vírus companheiro AIDS II criava um arquivo .com para cada .exe no dispositivo infectado, causando o caos no início dos anos 1990. Esses vírus têm normalmente como alvo sistemas baseados em DOS (computadores que rodam em sistemas operacionais de disco), mas também podem ser adaptados para atingir sistemas modernos.

    Vírus furtivo

    Os vírus furtivos tentam se esconder de programas antivírus interceptando leituras de arquivos ou discos e fornecendo uma cópia que parece limpa (ou restaurando registros de data e hora), para que os sistemas de verificação não vejam nada suspeito. Eles atacam, com frequência, arquivos executáveis ou setores de inicialização, com o objetivo de se espalhar silenciosamente enquanto realizam ações maliciosas, como corromper dados ou diminuir o desempenho do sistema. Por terem a capacidade de se ocultar, eles podem persistir por mais tempo, aumentando o risco de perda de dados ou comprometimento do sistema.

    Vírus spacefiller (de cavidade)

    Os vírus spacefiller ou de cavidade infectam arquivos executáveis preenchendo os espaços não utilizados ou vazios desses arquivos. Enquanto alguns vírus, como os infectores de arquivo, aumentam o tamanho do arquivo infectado, os spacefillers são mais difíceis de detectar, pois simplesmente preenchem lacunas no código do arquivo. Este vírus de computador costuma se esconder em arquivos de programa e executa ações maliciosas, como corromper dados, espalhar-se para outros arquivos ou comprometer a segurança do sistema.

    Vírus de setor de inicialização

    Os vírus de setor de inicialização entram sorrateiramente nos computadores quando o sistema operacional é iniciado (inicializado) para infectar a memória de modo imediato. Eles se espalham, em especial, por meio de hardware, como disquetes, unidades USB e CDs.

    O primeiro vírus de computador conhecido por se espalhar livremente foi o Elk Cloner, um vírus de setor de inicialização que infectava sistemas Apple II por meio de disquetes. Criado como uma piada pelo estudante de ensino médio Richard Skrenta em 1982, o vírus Elk se espalhava para outros discos inseridos no drive. O vírus fazia com que os computadores infectados agissem de maneira estranha e exibia um poema depois que o programa era executado 50 vezes.

    À medida que a mídia removível se torna obsoleta, o vírus de setor de inicialização também está em vias de desaparecer. No entanto, resquícios dos vírus de setor de inicialização antigos de vez em quando: em 2014, uma assinatura do vírus Stoned, criado em 1987, foi encontrada na blockchain do Bitcoin. O vírus original exibia mensagens na tela em apoio à legalização da maconha, embora o incidente na blockchain não tenha causado nenhum dano real.

    Ameaças de vírus de computador em 2025

    Você pode associar vírus de computador a uma era antiga da cibersegurança, mas eles estão em constante evolução e mantêm seu status como uma ameaça contra a qual vale a pena se defender. Os vírus modernos se adaptaram às novas tecnologias, medidas de segurança e oportunidades, tornando-os tão perigosos quanto aqueles que causaram o caos em décadas anteriores.

    Veja algumas das ameaças de vírus de computador notáveis relatadas em 2025:

    • PromptLock: relatado pela IT Pro e outros canais, o PromptLock é um vírus de ransomware com tecnologia de IA que usa um LLM hospedado localmente rotulado como “gpt-oss:20b” para gerar scripts maliciosos para roubo e criptografia de dados em Windows, Linux e macOS. Atualmente, é avaliado como uma prova de conceito e não como uma variedade ativa que pode executar ataques.

    • TeleGrab: o Center for Internet Security (CIS) relatou o vírus TeleGrab como um infostealer (malware que rouba dados confidenciais como senhas, arquivos ou credenciais) que ataca versões para desktop e web do app de mensagens seguras Telegram. O vírus coleta arquivos de cache e chave, sequestra sessões de chat e captura contatos e histórico de conversas, representando riscos significativos à privacidade e segurança.

    • DarkGate: relatado pela primeira vez pela EclecticIQ em 2024, o DarkGate é uma plataforma de malware como serviço usada por grupos de cibercrime na dark web para invadir organizações financeiras nos EUA e na Europa. Ele oferece um conjunto de ferramentas (controle remoto, registro de pressionamento de teclas, rootkit furtivo, entrega de malware e até criptomineração maliciosa) para aumentar o acesso e extrair dados.

    • SnakeKeylogger: o SnakeKeylogger foi apontado por um recente Relatório de Ameaças da Gen como um infostealer proeminente em 2025. Ele representa uma ameaça significativa à segurança pessoal e organizacional ao usar keylogging para capturar informações confidenciais. Esse fato destaca a necessidade de medidas robustas de cibersegurança.

    Como se defender contra vírus de computador

    Como com qualquer outro tipo de malware, a prevenção é o melhor remédio para os vírus. Bons hábitos de higiene digital e ferramentas antimalware podem ajudar muito a proteger você contra o potencial de dano dos vírus e contra os métodos que os cibercriminosos usam para instalá-los em seu dispositivo. As etapas básicas a seguir incluem manter o software atualizado, usar senhas fortes e ficar alerta contra possíveis golpes.

    Veja algumas outras dicas para ter em mente:

    • Desconfiança na medida certa: tome cuidado com ofertas especiais, links ou anexos que você não esperava em e-mails e outras mensagens. Esses fatores podem indicar que você está na mira de golpistas que esperam infectar seu dispositivo com um vírus que rouba dados.

    • Navegador com foco em privacidade: baixe um navegador seguro para ajudar a ocultar sua atividade online, bloquear sites não seguros e downloads que possam conter infecções e proteger seus dados privados.

    • Nada de software pirata: mídia pirata, como músicas ou filmes de plataformas de compartilhamento de arquivos, pode conter malware. Prefira baixar arquivos de fontes oficiais e legítimas para ter mais segurança.

    • Downloads apenas de apps legítimos: baixe apps apenas de lojas online oficiais, como a Google Play Store e a App Store da Apple. Mesmo assim, antes de instalar, é sempre bom verificar as avaliações e pesquisar sobre quem desenvolveu o app para garantir que é legítimo.

    • Cuidado com anúncios e pop-ups: os ataques de publicidade maliciosa plantam vírus ou outros códigos maliciosos em anúncios, portanto, tenha cuidado ao interagir com anúncios online. Se você se interessar por algum produto, visite o site oficial da empresa em vez de clicar no link do anúncio.

    • Mantenha seus softwares atualizados: quando receber notificações para atualizar o sistema operacional ou outros programas, faça as atualizações imediatamente. Elas podem incluir patches de segurança que corrigem vulnerabilidades críticas.

    • Use uma VPN confiável: uma rede privada virtual (VPN) não pode parar ou remover vírus diretamente, mas pode ajudar a proteger você contra ameaças online associadas, criptografando os dados que você transmite, ocultando seu IP e até mesmo bloqueando sites maliciosos que possam hospedar downloads infectados ou links de phishing.

    • Use software de segurança cibernética confiável: Não importa se você tem muita experiência online. Às vezes, os vírus podem passar despercebidos. Proteja seu dispositivo e seus dados com um antivírus gratuito que pode identificar os vírus antes que possam infectar o sistema.

    Verifique se há vírus de computador com o Avast Free Antivirus.

    Um software antivírus pode monitorar dispositivos em tempo real para detectar, bloquear e remover vírus e outros malwares. Instale o Avast Free Antivirus para manter sua segurança contra as mais recentes ameaças de vírus de computador. Automatize as verificações de vírus, obtenha proteção em tempo real contra várias ameaças online e reforce a segurança geral do sistema.

    Como saber se seu computador tem um vírus

    Se seu dispositivo estiver se comportando de modo estranho, especialmente se isso acontecer de repente, pode ser um sinal de alerta de que ele foi infectado por um vírus. Sinais comuns são lentidão ou travamentos repentinos, arquivos ausentes, alterados ou corrompidos e pop-ups ou programas inesperados que você não instalou. Fique de olho nesses sinais para tentar detectar um vírus nos estágios iniciais:

    • Travamentos e congelamentos frequentes: vírus podem sobrecarregar os recursos do sistema ou corromper arquivos essenciais, fazendo com que o computador se comporte de maneira irregular.

    • Desempenho lento ou programas que não respondem: malwares costumam ser executados em segundo plano, consumindo poder de processamento e memória sem que você saiba. Isso pode fazer com que o telefone ou computador fique lento ou pare de responder.

    • Arquivos corrompidos, ausentes ou duplicados: alguns vírus excluem, danificam ou fazem alterações em arquivos enquanto se espalham. Fique de olho em arquivos que mudam (ou aumentam de tamanho) sem que você toque neles.

    • Excesso de pop-ups ou anúncios indesejados: esses pop-ups irritantes podem ser sinal de adware ou extensões maliciosas que sequestram o navegador para direcionar você a sites nocivos.

    • Mensagens suspeitas enviadas de suas contas: se um vírus conseguir acessar uma plataforma de mensagens, seus contatos podem receber mensagens ou e-mails estranhos que você não enviou, geralmente com links ou anexos maliciosos.

    • Novos programas ou barras de ferramentas que você não instalou: novos softwares que aparecem de repente no computador sem explicação podem ser malware disfarçado de ferramentas legítimas.

    • Antivírus ou software de segurança desativado: os vírus geralmente tentam neutralizar o software de segurança para se defenderem de serem detectados. Verifique se há alterações nas configurações de seu antivírus.

    • Alterações inexplicáveis nas configurações do dispositivo ou da conta: se o computador estiver infectado com um vírus, você pode notar alterações nas configurações principais do sistema, o que, às vezes, faz com que o dispositivo se comporte de maneira anormal.

    • Superaquecimento ou atividade excepcionalmente elevada da ventoinha, mesmo durante pouco uso: como os vírus consomem recursos do sistema em segundo plano, eles podem drenar a energia e causar superaquecimento.

    • Atividade excessiva na rede: se você notar que o uso da rede aumenta de repente sem explicação, é possível que um vírus esteja enviando seus dados pessoais ou se comunicando com servidores remotos cladestinamente.

    Como remover vírus de computador

    Se suspeitar que seu computador desktop, Mac, Android ou iPhone foi infectado por vírus, tome medidas rapidamente para removê-lo e minimizar os possíveis danos. Remover um vírus de computador pode parecer assustador, mas a maioria das infecções pode ser eliminada com alguns passos cuidadosos.

    Veja um processo simples a seguir:

    1. Desconecte-se da Internet para impedir que o vírus se espalhe para outro dispositivo.

    2. Exclua os arquivos temporários, pois isso pode remover o próprio vírus.

    3. Reinicie o dispositivo no modo de segurança para impedir a execução do vírus.

    4. Instale ou atualize o software antivírus para ter a detecção de ameaças mais recente.

    5. Execute uma verificação completa do sistema e siga as instruções do antivírus para remover quaisquer ameaças encontradas.

    6. Reinicie o computador normalmente.

    7. Atualize o sistema operacional e o navegador para corrigir quaisquer vulnerabilidades de segurança.

    8. Procure ajuda profissional se o vírus persistir.

    Reforçar a proteção contra vírus de computador

    Agora que já sabe o que são realmente os vírus de computador, como eles funcionam e os danos que podem causar, você deveria entender da importância de impedir que vírus infectem seu dispositivo. Os recursos avançados de detecção de ameaças da Avast podem ajudar a bloquear ameaças, detectando automaticamente vírus e malware para reduzir a chance de que eles atinjam seu computador.

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    Mark Birchall
    12-02-2020